sexta-feira, outubro 20, 2006

Esse Afanázio!


Dona Lu e seus dois maridos

Quem quiser maiores informações veja o vídeo onde Afanázio Jazadji - Deputado Estadual de São Paulo, do PFL - deita falação sobre os dois maridos de Dona Lu.

Geraldinho, o segundo marido de Dona Lu, segundo Afanázio, "é desleal", "é traidor", "não é um bom governador", "é um enganador", " o Geraldinho da Opus Dei", e sempre tratou com desdém o PFL paulista, talvez por isso tenha tomado uns puxões de orelha de Lembo.

Ainda segundo Afanázio, o Dr. Neto, o primeiro marido de Dona Lu, "conhecido em Pindamonhangaba como o Ladrão de Casaca", "era um traficante internacional de entorpecentes", foi assassinado em São Paulo depois de ter sido preso nos Estados Unidos e se transformado em colaborador da polícia, talvez por isso seu nome tenha sumido de todos os sites de busca da net.

Afanázio fala também de um primo do Geraldo que era assaltante de bancos e residia numa penitenciária onde foi morto em uma rebelião. Talvez possa vir daí a forma cuidadosa com que seu governo cuidou dos bandidos, principalmente dos assaltantes de bancos que compõem o núcleo principal do PCC.

Veja o vídeo "A verdade sobre Alckmin" (link)

Ou copie e cole:

Agora até o Estadão divulga:


"Abel solicitou 10% mas ficou com 6,5%", diz documento

por Paulo Moreira Leite, Seção: brasil às 08:20:01.

A repórter Sonia Filgueiras revela hoje em O Estado de S. Paulo que o grande personagem tucano nos documentos sobre a máfia sanguessuga , que inspiraram a "imbecilidade" dos "meninos," na definição generosa do presidente Lula, é o empresário Abel Pereira, principal empreiteiro de Piracicaba e amigo do prefeito do PSDB Barjas Negri , braço direito de José Serra no Ministério da Saúde.

Sonia teve acesso a um documento da máfia sanguessuga, entregue a Polícia Federal. Ali a família Vedoim revela, por escrito , que "Abel solicitou uma comissão de 10% sobre o valor das verbas liberadas (para compra de ambulâncias), porcentual reduzido para 6,5% durante a conversa. "

No documento, o chefe da máfia anexou comprovantes de pagamentos feitos a Abel Pereira na medida em que os recursos para as ambulâncias eram liberados.

O documento da família sanguessuga fala do prefeito e do empresário. Mas não menciona o nome de José Serra uma única vez, diz a reportagem. Os episódios se referem ao segundo semestre de 2002, quando Serra já havia deixado o ministério.
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Comentário de um leitor:

O que falta investigar sobre Serra

Ainda existem muitas interrogações sobre as compras de ambulâncias superfaturadas durante a gestão de José Serra no Ministério da Saúde. Aqui, algumas:

1- Na gestão de José Serra no Ministério da Saúde, qual foi o preço final de cada ambulância comprada pelo governo por meio da Planam?

2- As gestões de Serra e seu sucessor Barjas Negri liberaram verbas para a compra de 681 ambulâncias entre 2000 e 2002 – 70% do total de 891 comercializadas pela Planam com o Ministério entre 2000 e 2004. Qual foi o critério para liberar essas compras num período tão curto?

3- Quais foram as providências do ministro José Serra para descobrir concorrentes da Planam afim de pressionar para baixo os preços das ambulâncias?

4 O empresário Luiz Antônio Vedoin afirma que o esquema de propinas em torno da comercialização de ambulâncias "era nítido a todos". Por que os ministros Serra e Barjas não acionaram nenhuma vez os mecanismos de fiscalização do Ministério da Saúde para checar o emprego dos recursos públicos?

5 Houve privilégio às emendas orçamentárias de deputados do PSDB no processo de escolha do destino das ambulâncias?

6 Acusado pelos Vedoin de cobrar 6,5% de comissão para facilitar compras de ambulâncias da Planam para o Ministério da Saúde, por que o empresário Abel Pereira não foi chamado a depor no inquérito que apura as ações da máfia das ambulâncias?

7 Por que o empresário Abel Pereira tinha trânsito livre no Ministério da Saúde mesmo sem ser funcionário da pasta?

8 Por que Abel Pereira recebeu 15 cheques da Klass, uma empresa do grupo Planam, durante o processo de entrega de ambulâncias patrocinado na gestão do ministro Barjas Negri?

9 Qual o destino final dos pagamentos de R$ 601 mil feitos pela Planam a empresas e pessoas indicadas por Abel Pereira?

10 Quem são os verdadeiros donos das empresas Kanguru, Império e Datamicro, beneficiadas com cheques do grupo Planam?

O que está acontecendo?




Parece que quanto mais o Geraldinho esperneia mais o Lula sobe!

Pesquisa Ibope (18 e 19 de outubro)
Válidos
Lula - 62%
Geraldinho - 38%
Diferença - 24% (subiu 10%)!

Quando custa?



Uma ambulância comum - 70 mil


Uma ambulância Vedoin - 170 mil


Um dossiê fajuto - 1 milhão e 700


Assistir o Serra no YouTube ( link ) - Não tem preço
Para que gastar um milhão e setecentos se no YouTube tem de graça?

Serra, Vedoins, deputados sanguessugas (que dizem abertamente que fizeram as emendas e cada um dele cita claramente seu partido PSDB).

Precisa mais?

O depoimento do Vedoin


Deu no site do Boca Roxa (Cláudio Humberto) (link)

20/10/2006 | 19:17

Vedoin confirma propina a Abel Pereira

O chefão da máfia dos sanguessugas e dono da Planam, Darci Vedoin, confirmou hoje em depoimento à Justiça Federal , em Cuiabá (MT), que pagou propinas ao empresário Abel Pereira, que é ligado ao ex-ministro da Saúde Barjas Negri, atual prefeito de Piracicaba (SP). Segundo Darci, o dinheiro pago a Pereira decorreu de sua intermediação na liberação de recursos que beneficiavam sua empresa dentro no Ministério da Saúde. O sócio de Veoin, Ronildo Medeiros, revelou à Justiça Federal que o empresário Pereira esteve em Cuiabá nos dias 23 e 24 de agosto para cobrar o pagamento de uma dívida de propina à família Vedoin. O empresário será ouvido segunda-feira, quando terá a chance de apresentar a sua defesa.

http://www.claudiohumberto.com.br/

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Agora não há mais como negar, o Barjas está envolvido até o pescoço!

Vamos relembrar: a Planam (dos Vedoin) vendeu aproximadamente 1000 ambulâncias para prefeituras que receberam dinheiro do Ministério da Saúde, proveniente de emendas parlamentares.

700 dessas 1000 tiveram suas verbas liberadas em 2001 e 2002, justamente quando Barjas "mandava no ministério", como nunca cansou de falar seu irmão Jorge.

Abel Pereira, o "empresário" amigo de Barjas recebia 6,5% do valor de cada emenda liberada.

Barjas era citado em toda parte como homem de confiança de Serra e "operador" deste. Claro que vai tentar inocentar Serra e é até possível que este "não soubesse de nada" mesmo.

Por enquanto só há certeza do envolvimento de Barjas, aliás logo vamos saber que Barjas não era um simples envolvido e sim o protagonista principal da trama, e não só dessa.

Barjas operava também a distribuição de recursos do FNS e da Funasa, que deverão ser investigados também. Além de ter muito contato com laboratórios através do Jorginho, seu irmão.

Serra terá que, rapidamente, renegar a antiga amizade com essa pessoa tão envolvida na Máfia dos Sanguessugas e outras Máfias.

Só para lembrar: Abel Pereira, o "empresário" amigo de Barjas, conseguiu também diversas obras da CDHU, exatamente quando Barjas era Secretário de Habitação e presidente da empresa. Durante o governo de quem? Ganha um chuchu se acertar!

Quando Barjas presidia a CDHU era exatamente a mesma época que Serra reclamava de dívidas de sua campanha de 2002, lembra? Sabe por que parou de reclamar? Aceita uma dica? Abel andou pagando essas dívidas. Com que dinheiro? E quem é que sabe? Do bolso é que não foi!

Ah, claro! Foi do bolso sim, não do dele, mas dos mutuários que suam para pagar as prestações da casa própria...

De volta...

Depois de ter sido hackeado há uns dois meses, meu blog volta à carga.

Volta bem num dia bastante conturbado do segundo turno: ao mesmo tempo que Lula dispara nas pesquisas, recomeçam as boatarias sobre o Dossiê dos Sanguessugas.

A grande cobrança da oposição é saber de onde veio o dinheiro para a compra do dossiê.

A grande questão esquecida é sobre o teor do referido.

A mídia não deu quase nenhum destaque para o depoimento que incrimina o Abel, amigo do Barjas, homem de confiança de Serra.

Em quase todos os sites e blogs está estampada manchete que noticia a descoberta de uma ligação de três minutos entre José Dirceu e Lorenzetti, insinuando que teria relação com a compra do dossiê.

Circulam na net outras insinuações e a suspeita de que, de agora até o dia 29, não haverá tregua, será uma denúncia após a outra.

A tentaviva é a de estancar o crescimento vertiginoso de Lula e a queda acentuada de Geraldo, para depois ainda tentar inverter a situação.

Haverá munição para tanto? Haverá tempo? Não terá o PT uma estratégia para enfrentar essa última batalha?

O PSDB jogará, com certeza, todas as cartas nessa mão. Tem a mídia ao seu lado, deve ter alguns trunfos escondidos. Mas não pode errar nem uma vez mais, está no fio da navalha.

Vamos aguardar o resultado dessa operação.

Será uma longa semana!