Noventa dias atrás, fomos procurados por dois funcionários de confiança de Tuga Angerami ( sem partido e sem ideologia) que "reduziram a termo" as denúncias que temos feito contra a falta de administração na Secretaria Municipal da Cultura. O único resultado prático que vimos depois da formalização das denúncias foi a correria desenfreada de membros e prestadores de serviços daquela pasta em busca de acertar documentos. BamVéio emagrece a olhos vistos, em busca de documentos contábeis para maquiar as prestações das contas de pequena monta. Queria saber como acertaram as 73 ( setenta e três) locações de um mesmo microfone, em um perÃodo de um ano ou como resolveram o sumiço de equipamento de som, considerado inservÃvel. Também queria saber se conseguiram trocar Notas Fiscais de serviços gráficos, que eram realizados, sem licitação, em um único estabelecimento. Tantas outras coisas, que precisam e deveriam ser apuradas por uma administração que se
auto-proclama como ética e transparente. Outra coisa que precisa ser investigada é a jornada de trabalho dos conhecidos "Três Patetas" das Nações. Aliás, lá tem diretor que possui empresa e vive viajando em busca de venda de seu material. Quem paga a conta? Nós, os considerados "amigos do Zorro". A situação tem que mudar!
domingo, fevereiro 25, 2007
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Nizan, Kassab, Bauru...
A pedido de Jorge Bornhausen, o publicitário Nizan Guanaes fez uma visita ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que recentemente criou um fato político de repercussão nacional ao agredir um cidadão que reclamara de uma decisão da prefeitura.
A reclamação e a agressão, bem como o evento do qual Kassab participava, todos se deram dentro de um equipamento da Saúde, aquela que o prefeito "exigiu que fosse respeitada". Mas o assunto não é esse, é sim a visita de Nizan Guanaes ao prefeito.
Está sendo divulgado que após a visita e a conversa mantida com ele, o publicitário chegou à conclusão que o caso de Gilberto Kassab é de psiquiatra, conforme teria afirmado a amigos.
Se, por acaso, Nizan viesse fazer uma visita à prefeitura de Bauru, chegaria a conclusão que é caso de hospício?
A reclamação e a agressão, bem como o evento do qual Kassab participava, todos se deram dentro de um equipamento da Saúde, aquela que o prefeito "exigiu que fosse respeitada". Mas o assunto não é esse, é sim a visita de Nizan Guanaes ao prefeito.
Está sendo divulgado que após a visita e a conversa mantida com ele, o publicitário chegou à conclusão que o caso de Gilberto Kassab é de psiquiatra, conforme teria afirmado a amigos.
Se, por acaso, Nizan viesse fazer uma visita à prefeitura de Bauru, chegaria a conclusão que é caso de hospício?
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
E não é só aqui...
Fora da província tem coisa acontecendo.
Na semana passada o prefeito Kassab expulsou, aos berros e empurrões, um aposentado que ousou manifestar seu descontentamento com uma decisão tomada pelo prefeito. Kassab, possesso, gritava que ali, num equipamento da saúde municipal, não era local para manifestações, e que o "vagabundo" respeitasse o os doentes.
Que história é essa? Não pode fazer manifestação? E o que o Kassab estava fazendo por lá, medindo a pressão? Ele estava fazendo manifestação, a favor dele mesmo, em hora de expediente. Isso pode? Só não pode um dos presentes discordar?
Depois inventaram que o pobre agredido foi para lá só para fazer a manifestação. Além de ser mentira, fica a questão que ninguém respondeu: o Kassab estava lá de passagem? Ou foi somente para fazer uma manifestação?
Me perdoem os paulistanos, mas estão bem mal de prefeito, esse saiu pior que o nosso! Só sei que os dois são amigos do Serra, será que são amigos entre si?
Sei que nosso prefeito não gosta que falem mal dele, bem pode. Lembra o Kassab.
A Isto É traz uma entrevista com Cláudio Lembo, homem surpreendente, que diz que esse tipo de política do PFL já está na hora de acabar, o mesmo deve valer para os políticos sem partido.
Já é hora de entender que a manifestação, poder se manifestar livremente, é um dos direitos básicos do cidadão e da cidadania.
Tentar coibir isso é deixar claro um perfil autoritário do tipo daquele que, em campanha, quer se expor para conseguir os votos para governar e no governo quer se esconder para não arranhar a imagem que tornou pública para conseguir os votos, sem que ninguém fosse implorar para que assim o fizesse.
Em minha casa político desse tipo não entra mais, a não ser se, na minha ausência, pular o muro e arrombar a porta. Há os que são capazes disso.
Na semana passada o prefeito Kassab expulsou, aos berros e empurrões, um aposentado que ousou manifestar seu descontentamento com uma decisão tomada pelo prefeito. Kassab, possesso, gritava que ali, num equipamento da saúde municipal, não era local para manifestações, e que o "vagabundo" respeitasse o os doentes.
Que história é essa? Não pode fazer manifestação? E o que o Kassab estava fazendo por lá, medindo a pressão? Ele estava fazendo manifestação, a favor dele mesmo, em hora de expediente. Isso pode? Só não pode um dos presentes discordar?
Depois inventaram que o pobre agredido foi para lá só para fazer a manifestação. Além de ser mentira, fica a questão que ninguém respondeu: o Kassab estava lá de passagem? Ou foi somente para fazer uma manifestação?
Me perdoem os paulistanos, mas estão bem mal de prefeito, esse saiu pior que o nosso! Só sei que os dois são amigos do Serra, será que são amigos entre si?
Sei que nosso prefeito não gosta que falem mal dele, bem pode. Lembra o Kassab.
A Isto É traz uma entrevista com Cláudio Lembo, homem surpreendente, que diz que esse tipo de política do PFL já está na hora de acabar, o mesmo deve valer para os políticos sem partido.
Já é hora de entender que a manifestação, poder se manifestar livremente, é um dos direitos básicos do cidadão e da cidadania.
Tentar coibir isso é deixar claro um perfil autoritário do tipo daquele que, em campanha, quer se expor para conseguir os votos para governar e no governo quer se esconder para não arranhar a imagem que tornou pública para conseguir os votos, sem que ninguém fosse implorar para que assim o fizesse.
Em minha casa político desse tipo não entra mais, a não ser se, na minha ausência, pular o muro e arrombar a porta. Há os que são capazes disso.
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