terça-feira, outubro 31, 2006

Coluna 1

O PFL e a derrota

O fator que mais contribuiu para as diversas derrotas que o PFL teve por todo o país foi a falta de base municipal da legenda. São poucos os municípios que têm prefeitos e ou vereadores filiados ao partido e, na maioria dos casos, quando o PFL tem prefeito ou vereador, estes estão PFL. Os diretórios municipais então são uma verdadeira piada, caixas de ressonância de vontades políticas individuais daqueles que os detêm no momento.

A cláusula de barreira

Dos partidos que não alcançaram superar a cláusula de barreira temos visto uma ginástica enorme para encontrar outros na mesma situação para, juntos, reunirem os 5% necessários. Há de tudo, parece um circo, de contorcionismo a palhaçadas; o que não se viu até agora foi algum desses partidecos procurar um partido de verdade para se aproximar, ou mesmo um partido dos grandes estender a mão para um nanico.

Ser ou não ser

A verdadeira polêmica deveria ser essa: a Cohab deve ou não deve voltar a construir? Afinal foi para isso que foi criada! Hoje há dinheiro sobrando no SHF, temos um prefeito que tem trânsito nas esferas do poder e a empresa está enxuta. É agora ou nunca!

Vôo raso

O que tem de tucano que vai quebrar as asinhas daqui até janeiro de 2007 não está no gibi. É que a legenda foi permitindo a entrada de alguns que nem a história do partido conhecem e que imaginam que com Serra a mamata vai ser a mesma da época do Geraldinho. Quem viver verá!

Não estão prosa

Por outro lado tem um grupo de pessoas que só fez ganhar: votaram Lula e Serra. Parece que houve autorização de ambos os lados para essa dobrada branca que foi capitaneada ali de dentro do Palácio das Cerejeiras.

E as pesquisas?

Afinal, os institutos erraram ou acertaram? Cadê os que reclamavam tanto e que iam processá-los? Cadê também aqueles que usavam as pesquisas para anunciar vitória e acabaram se esborrachando? Seria o caso de outras instituições, a Universidade e a Imprensa Livre(?), fazerem agora análises comparativas, dos resultados e das metodologias de cada um dos institutos.

Eleições 2008

Antigamente dizia-se que havia muito cacique para pouco índio, agora o que está havendo é muito cacique para pouca tribo. A mini legendas, as legendinhas, de aluguel ou não, de uso temporário, acabaram se esgotando e hoje temos mais candidatos que partidos. E, no caso de Bauru, dentro de cada um dos partidos temos uma crise instalada. E já começaram o corre-corre, o diz que diz e o leva e traz, a época agora é de muito ouvir e pouco falar, sob a pena de queimar a língua.

Pesquisa histórica

Há na praça duas pessoas muito interessadas em conhecer detalhes da vida do Neto, aquele que foi o primeiro marido da ex primeira dama, dona Lu. O que será que houve de tão interessante assim? E por que motivo tudo está tão esquecido? Durante a campanha circulou na net, no Youtube, um vídeo no qual Afanázio relata parte do acontecido.


segunda-feira, outubro 30, 2006

Dupla de área!

Só tem um vivo!


O resto tudo trabalha!

Galeria da derrota 4


O Senador José Sarney estava rindo sozinho, reeleito pelo
Amapá, derrotou ainda seu principal adversário que era
candidato ao governo e tinha certeza da eleição de sua
filha Roseane Sarney para o governo do Maranhão.


Mas um antigo adversário e desafeto seu botou água no
angu dos Sarney e derrotou Roseane, impondo uma virada
que nemo apoio de Lula conseguiu inverter:
Jackson Lago venceu a disputa.


Roseane deverá ser ministra de Lula e Sarney espera ainda
presidir o Senado durante um período do próximo mandato.
Não está tão acabado quanto ACM, mas sofreu um grande
baque em seu domínio onde manda já há varias décadas.


Embora derrotada Roseane merece nossa homenagem:
continua uma mulher muito bonita e simpática!

Aulas de acupuntura


Geraldinho precisa de treinar algumas técnicas de sua
mais nova profissão, alguém se dispõe a ser cobaia?

Mais acupuntura


Geraldinho anda estudando com afinco os pontos da
acupuntura, se for bem sucedido abandonará a
política!Que Deus nos ajude!

Acupuntura


Geraldinho já anda treinado sua próxima profissão!

Geraldinho, o fenômeno

Não é que ele conseguiu o quase impossível por duas vezes?
Foi ao segundo turno, quase por um milagre.
Depois o "jacaré bocejou" e Geraldinho teve menos votos que antes!
Perdeu 2,5 milhões de votos! Gastou dinheiro à toa!

Galeria da derrota 3



O Senador Arthur Virgílio, homem brilhante, de boa fala e raciocínio rápido, experiente, com certeza foi pego de surpresa ao se deparar com algo que, mesmo tendo sido derrotado em outras ocasiões, não conhecia, ou, pelo menos, não tinha muita intimidade: uma trolha.

Foi o que sobrou para este Senador intimorato. Ele nem fechou os olhos, pelo contrário, arregalou-os quando viu o tamanho da trolha.

Depois fez biquinho e chorou. Não se sabe se foi pela dor profunda ou se foi de alegria.

Não fará a menor falta!

Bornhausen vai de vez para fora de Brasília.
Não volta para lá a não ser a passeio.
Coitados dos barrigas verdes que o terão de volta!
Para nós foi bom: ficamos livres dessa laia para sempre!

Galeria da derrota 2


O PFL foi, sem sombra de dúvida, o maior derrotado das eleições de 2006. Perdeu em quase tudo, em quase todas as posições que disputou, e viu as tetas onde costumava mamar, nos acordos que fazia com o PSDB, secarem e o leite acabar.

Nem uma imagem foi tão significativa dessa derrota quanto aquela em que ACM é visto acompanhando a apuração de seu estado. Ele estava num estado lastimável, abatido, envergonhado, humilhado, enfraquecido, chegou até a causar pena, dava dó ver aquele homem, outrora poderoso, que humilhava adversários, agora vergado, com todo peso da idade e da derrota sobre seus ombros caídos.

ACM acabou, nunca mais será o mesmo. Ele que havia superado problemas sérios de saúde, a morte do filho-herdeiro, a renúncia e muitas, muitas mesmo, denúncias, cai agora, abatido pela derrota de seus aliados, pois ele mesmo nem disputava essa eleição, e os vê derrotados exatamente por terem seu apoio, por serem do seu lado. ACM percebeu que os que cresceram à sua sombra só poderão renascer e sobreviver se conseguirem se desvencilhar de sua marca.

É claro que ACM não vai deixar transparecer o que sente, aquela foto foi feita sem que ele soubesse, com certeza. Vai espernear, vai se fazer ouvir como se nada tivesse ocorrido, mas já não há mais tempo para ele, nem para se recuperar e nem para consolidar seu mini-netinho como sucessor capaz de reproduzir o poder que já simbolizaram na Bahia e no Brasil.

Se ACM ainda estiver vivo e disputar o Senado em 2010, seria o até caso de ninguém lançar candidato, pois que mal mais o Mavadeza poderia fazer, que não já tivesse feito, sentadinho no plenário do Senado, balbuciando suas arrogâncias e petulâncias em voz esganiçada, de forma repetitiva e desconexa? A família é que devia zelar pelo pouco que sobra de altivez ainda no homem e exigir que saísse já da cena política onde, daqui para a frente, só envergonhará, cada vez mais, seus descendentes.

ACM já faz tempo que vem dizendo bobagens diversas, agora já repete as mesmas ciclicamente. Mais um tempo e começara a ter dificuldade para trocar sozinho o fraldão geriátrico, e ficará emporcalhado, borrado, falando e fazendo a mesma coisa: merda!

Onde anda Geraldinho?

Disfarçado, Geraldinho faz parte de uma
troupe que dá shows e anima festas de aniversários
e convenções de empresas e partidos.

Galeria da derrota 1

O senador Herr Bornhausen foi um dos
maiores derrotados na reeleição de Lula.
Ele, que não gosta de negros nem de pobres,
vai curtir a derrota junto ao "galeguinho do
zóio azul". Inda de fosse com uma galega!

domingo, outubro 29, 2006

Lula de novo!

Com a força do povo!

Olha o Lula lá!


Deixa o homem trabalhar!

Alguém sabia?

Que Geraldo Zen Alckmin é versado nas artes da acupuntura? Pois é, dentre tantas outras habilidades, Zen Alckmin, que maneja com firmeza e precisão as agulhas e os pontos, tem preferência por essa para, através de seu exercício, conseguir um dinheirinho para manter a família e comprar roupas para a querida esposa dona Lu.

Dinheirinho

Parece que Geraldinho já conseguiu seu "primeiro emprego":
vai ser caixa na Daslu, onde já trabalha uma de suas filhas.
Geraldinho está satisfeito, pois vai ganhar "um dinheirinho",
suado e honesto, para fazer frente às despesas da família.

Amanhã cedo.

Logo às sete hora Geraldinho vai começar a procurar uma colocação.

Novinha!

Vai ser estreada em breve!

Força na peruca!


Força na peruca Geraldinho! Quem sabe da próxima?
Vai ser moleza: o Lula não pode mais ser candidato.

O desemprego aumentou!



O desemprego não para de aumentar nem no domingo! E hoje o próprio Presidente Lula acabou por criar mais um desempregado: o Geraldinho.

Coitado do Geraldo! Ainda mais agora seus filhos, e a própria dona Lu estão também desempregados! Vão todos ficar dependendo da menina, que trabalha de balconista na Daslu.

Mas isso passa logo, vamos torcer. Dona Lu tem diversas habilidades, logo arruma um meio de ganhar "um dinheirinho" para ajudar em casa. Geraldo também, ele pensa em abrir uma clínica de acupuntura para botar comida na mesa da família.

Enquanto isso, só vai ter um jeito: receber uma ajuda do governo.

Onde foi que eu errei?

Passarinho que come pedra...

Adeus!

Vá prá casa Geraldo!

Vamos esquecer tudo?

Eu não! E já formei minha opinião. Para mim
Barjas é "operador" de um dos maiores
esquemas de corrupção de todos os tempos.
E tem mais: sua cara não me engana.

Parabéns Brasil!

sexta-feira, outubro 27, 2006

É só alegria!

Sai do escritório um pouco, fui cortar o cabelo e aparar a barba. Tive uma grata surpresa ao ser recebido no salão, pelo dono e seus funcionários, com brincadeiras sobre a vitória de Lula no segundo turno. Disseram que eu só voltei lá depois da certeza de que iríamos ganhar. Insinuaram uma disputa para ver quem me atenderia e acabei sentando na cadeira do dono mesmo. Vários outros clientes entraram na brincadeira, dizendo que já haviam começado as mordomias.

Tão logo sentei, o cabeleireiro começou a falar do debate de hoje e vaticinou: "- Hoje é o fim do Geraldo.". Estranhei, pois sempre soube que ele e sua família eram eleitores do próprio, mas logo tudo ficou esclarecido: mudaram os votos, por causa dos debates, principalmente por uma coisa que ouviram. Disseram ter ouvido Geraldo dizer, e eu confesso que não ouvi isso, que os agricultores teriam que plantar mais para que os grãos ficassem mais baratos para o povo comer.

Eles são agricultores também, têm um sítio em Arealva, a ficaram possessos com Geraldinho. Passaram a dizer que, para eles, Geraldo acabou, que não sabe nem respeitar o presidente, que é mal educado, nervoso. Enquanto cortava meu cabelo, o dono do salão perguntou: "-Já pensou como seria, se ele chegasse lá?".

A mulher dele aproveitou para provocá-lo e disse que antes ela era até proibida de dizer que pensava em votar no Lula e que agora a coisa inverteu, o Geraldo virou o demônio. São sete votos na família e uns cinco mais de funcionários deles.

Pensei até que não fossem cobrar o corte, mas, ao contrário, aumentaram os preços, alegando que depois da eleição, se Lula não controlar, vai tudo subir. Se não subir eles voltam para o preço anterior. Terminaram dizendo que a culpa, se tudo subir, é do Geraldinho, pois ele, ao invés de torcer pelo Brasil, ficou rogando praga e pondo medo em todos os eleitores.

Voltei correndo para contar isso.

Bruno
--
BRU no Bauru (Essa marca tem credibilidade!)

http://brunodebauru.blogspot.com/

Deu no blog do Fernando Rodrigues

O drive político do dia (27.out.2006 - 6ª feira)

Eleição – reta final. Falta pouquíssimo. Lula na frente, disparado. Nos Estados, muito mais governadores lulistas do que em 2002. Hoje, sexta-feira, mais notícias sobre o dossiegate, mas o tempo parece ser curto demais para que algum efeito mais relevante que possa mudar o cenário.

Presidenciáveis na Globo – Lula e Alckmin se encontram no “ringue” da rede Globo. O último debate antes da eleição começa às 22h. Os candidatos passam o dia se preparando. Lula tem apenas um evento à 8h no Palácio da Alvorada, em comemoração ao seu aniversário. O "parabéns ao presidente", que completa 61 anos, será aberto ao público.

Propaganda – os candidatos que disputam o 2º turno poderão manter suas páginas de propaganda eleitoral na internet até a meia-noite de hoje. Também é o último dia da propaganda no rádio e na TV.

Ibope: empate técnico

Deu no blog do Alon (link)

Ibope: empate técnico entre os mais escolarizados

Ibope do Jornal Nacional de hoje: Lula 58% (+1), Alckmin 35% (-1). Votos válidos continuam como na pesquisa anterior: Lula 62%, Alckmin 38%. O detalhe interessante é que Lula chegou a um empate técnico, no limite da margem de erro, entre os que têm curso superior (Alckmin 47%, Lula 43%). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Mais um elemento novo nos necessários debates pós-eleitorais sobre a validade ou não da teoria da pedra no lago.

http://blogdoalon.blogspot.com/

quinta-feira, outubro 26, 2006

A virada de Geraldinho

Alckmin vai disparar no Nordeste!

Lendo as pesquisas

Última volta

Alckmin sobe!

Geraldinho virando


Uma xícara de café...

Vira vira vira, virou!

Deu no G1

26/10/2006 - 20h27m

IBOPE: LULA MANTÉM VANTAGEM EM DISPUTA ESTÁVEL

Pesquisa mostrou o petista com 58% das intenções de voto, um ponto mais que na última pesquisa; Alckmin perdeu um ponto e foi a 35%

A três dias do segundo turno, pesquisa do Ibope divulgada nesta quinta-feira (26) mostra que a disputa presidencial está estável.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou um ponto para cima em relação ao levantamento de 20 de outubro e atingiu 58% das intenções de voto.

Geraldo Alckmin (PSDB) perdeu um ponto e registrou 35%. Nos votos totais, a vantagem de Lula passou de 21 pontos para 23 pontos.

Votos brancos e nulos somam 3% e o índice de eleitores indecisos é 4%.

Considerando apenas os votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), o petista tem 62% contra 38% do tucano. Tanto a oscilação positiva de Lula, quando a negativa de Alckmin não alteraram o percentual de votos válidos em relação ao levantamento anterior.

Realizada entre os dias 24 e 25 de outubro, a pesquisa ouviu 3010 leitores em 202 municípios brasileiros. Com margem de erro de dois pontos percentuais, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 23351/06.

Avaliação
A avaliação do presidente Lula também se manteve estável em relação ao último levantamento: 63% aprovam a gestão do petista contra 31% que desaprovam.

Demais institutos
Outras duas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (26) confirmaram a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, sobre o adversário Geraldo Alckmin (PSDB).

Levantamento CNT-Sensus mostra a maior diferença entre os candidatos já registrada em pesquisas do segundo turno: 24 pontos. De acordo com a pesquisa, Lula tem 57,5% das intenções de voto e Alckmin, 33,5%. Votos brancos ou nulos somam 3,3%, e 5,9% afirmaram que estão indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Na pesquisa Vox Populi, divulgada na revista "Carta Capital" desta quinta-feira (26), Lula manteve diferença de 20 pontos nos votos totais e 22 nos votos válidos. O petista registrou 57% das intenções de voto contra 37% do tucano, mesmos percentuais obtidos em 19 de outubro. Votos brancos e nulos somaram 3% e indecisos totalizaram 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Levantamento do instituto Datafolha, divulgado na terça-feira (24), havia mostrado o petista com 58% das intenções de voto - 21 pontos da mais do que o tucano, que registrou 37%. Considerando apenas os votos válidos, Lula apareceu com 61% e Alckmin, 39%, uma diferença de 22 pontos. Até então, o Dataholha havia registrado a maior distância entre os candidatos.

http://g1.globo.com

Deu na Folha

São Paulo, quarta-feira, 25 de outubro de 2006


JANIO DE FREITAS

Muito além

As leviandades que políticos adeptos de Alckmin estão cometendo, em declarações e atitudes a respeito do dossiê Vedoin, excedem qualquer descontrole de propósito eleitoral ou de combate político a Lula, ao PT ou ao governo. Opocisionistas integrantes da CPI, sobretudo Raul Jungmann e Carlos Sampaio (este, com desempenho eficiente e equilibrado na CPI dos Correios), estão no limite de tornar-se eles próprios um escândalo parlamentar, pelo avanço em informações e acusações injustificáveis.

Na mesma linha, a acusação do programa de Alckmin ao chefe-de-gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, dado como chefe da operação do dossiê, é mais do que irresponsável. É falsidade intencional. Tão ou mais grave do que o uso de um dossiê para atacar adversários.

O complicado

O depoimento de Abel Pereira, acusado de intermediar liberação de verbas na Saúde ao tempo fernandista do ministro Barjas Negri, é tão contraditório e tergiversante que complica a ele, e não, como pretendeu, a Aloizio Mercadante.

Desabalada carreira

Carequinha confia na arrancada final.

Fórmula 1 Eleitoral

Para quem viu o Pânico da TV

Deu no blog do Noblat

Lula e Alckmin fizeram ontem em São Paulo os comícios de encerramento de suas respectivas campanhas. A propaganda eleitoral no rádio e na televisão irá até amanhã. No sábado, se quiserem, os dois candidatos ainda poderão sair por aí à caça de votos. O Tribunal Superior Eleitoral espera concluir a apuração dos votos antes das 23 horas do domingo.

Os humores dos brasileiros serão prescrutados por mais três pesquisas de intenção de voto. Uma, do Instituto Vox Populi, está pronta e será divulgada hoje à noite pelo jornal da Rede Bandeirantes de Televisão. O Jornal Nacional da Rede Globo divulgará no sábado as últimas pesquisas do Ibope e do Instituto Datafolha.

É possível que elas ainda apontem algum tipo de crescimento de Lula com a ampliação de sua vantagem em relação a Alckmin. A curva de intenção de voto de um candidato do governo ou apoiado por ele costuma acompanhar a curva de aprovação desse mesmo governo. No primeiro turno, o governo era aprovado, em média, por 43% dos brasileiros. Lula teve 44% do eleitorado total.

No momento, o índice de aprovação do governo anda por volta de 58%. E do total de votos incluindo os brancos, nulos e indecisos, Lula atrai algo como 52%. Tem espaço, pois, para continuar subindo. Alckmin arrisca-se a ter menos votos do que no primeiro turno. Ele tomou de Lula até agora 4% dos seus eleitores, segundo o Datafolha. Em compensação, Lula tomou dele 12%.

Dos pouco mais de seis milhões de votos amealhados por Heloísa Helena (PSOL) no primeiro turno, metade foi para Lula e metade para Alckmin. Quase 70% dos eleitores de Cristovam Buarque (PDT) migraram para Lula. Se o quadro atual de intenção de votos se mantivesse, Lula venceria a eleição com mais de 20 milhões de votos sobre Alckmin.

A levar-se em conta unicamente as pesquisas do Datafolha no segundo turno, Lula cresceu nove pontos percentuais no Sudeste, 11 pontos no Sul, sete no Nordeste e seis no Norte-Centro-Oeste. Para vencer apertado, bastava que ele repetisse a votação do primeiro turno e a engordasse com mais oito pontos percentuais coletados no Nordeste.

Alckmin ainda está na frente de Lula entre os eleitores da região Sul (50%, a 44%), entre os que ganham mais de 10 salários mínimos (57% a 38%) e entre os mais escolarizados (54% a 40%). Nas últimas semanas, a campanha de Lula usou contra Alckmin duas poderosas armas: a de identificá-lo com Fernando Henrique Cardoso e a de acusá-lo de querer privatizar tudo que possa. Foi mortal para Alckmin.

Os eleitores guardam uma péssima memória do segundo governo de Fernando Henrique devido à alta taxa de desempregados que ele deixou. E são contra a privatização de empresas estatais – de qualquer uma delas. Alckmin foi obrigado a passar o segundo turno jurando por todos os santos que não privatizaria a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica caso se elegesse.

Não será eleito - como, de resto, em momento algum teve de fato condições de ser eleito desde que assumiu a candidatura a presidente em março último. Alckmin tinha um plano para derrotar dentro do PSDB a candidatura do então prefeito de São Paulo José Serra - e o plano deu certo. Jamais teve um plano para derrotar Lula. Fez uma campanha medíocre. E acabou abandonado pelos aliados.

A 72 horas do seu desfecho, a eleição presidencial que dará a Lula seu segundo mandato não deixará um pingo de saudade. Seus principais protagonistas foram incapazes de produzir uma única idéia original para fazer face aos principais problemas do país. Os debates entre Lula e Alckmin serviram apenas para a troca de acusações e a repetição de frases feitas.

Há quatro anos, Lula disputou a eleição na condição de candidato favorito - mas em duas ocasiões sentiu-se ameaçado. A primeira quando o PFL investiu na candidatura de Roseana Sarney, abatida depois quando se descobriu seu caixa dois de campanha. A segunda quando Ciro Gomes do PPS começou a crescer. O próprio Ciro deu um jeito de errar e de morrer antes de chegar à praia.

Dessa vez, ninguém ameaçou o favoritismo de Lula. Ou melhor: o PT ameaçou, sim, quando tentou comprar à Máfia dos Sanguessugas um dossiê contra candidatos do PSDB. Lula agiu rápido e se demarcou do episódio. Animado por uma votação acima da estimada pelas pesquisas, Alckmin entrou no segundo turno de braços dados com Garotinho. Foi seu mais desastrado ato. Perdeu uma montanha de votos no Rio.

Alckmin foi o adversário que Lula encomendou a Deus.

Três pesquisas

LULA TEM 24 PONTOS DE VANTAGEM SOBRE ALCKMIN, SEGUNDO CNT-SENSUS
Considerando tanto votos totais quando votos válidos, trata-se da maior diferença já verificada em pesquisas do segundo turno Veja

VOX POPULI: LULA MANTÉM 61% DOS VOTOS VÁLIDOS Veja


DATAFOLHA: COM APROVAÇÃO RECORDE, LULA MANTÉM VANTAGEM
Petista oscilou um ponto para cima e tucano Geraldo Alckmin, um ponto para baixo; para 53%, governo é ótimo ou bom Veja

http://g1.globo.com

Deu no blog do Reinaldo Azevedo

Quinta-feira, Outubro 26, 2006

No CNT-Sensus, diferença pró-Lula vos válidos passa de 26 pontos

Está na Folha On Line. Quase nada a comentar. O país escolhe seu destino. Tudo isso tem porquês. Insisto numa frase de que gosto muito. E olhem que a expressão é do velho Marx. Essas coisas não caem da árvore dos acontecimentos. “A três dias das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, tem uma vantagem de 24 pontos percentuais com relação ao seu adversário na disputa presidencial, o tucano Geraldo Alckmin. Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira indica que Lula tem 57,5% das intenções de votos, ante 33,5% de Alckmin. Descartados os votos brancos e nulos, Lula tem 63,2% dos votos válidos, contra 36,8% do tucano, o que revela uma distância de 26,4 pontos entre os dois candidatos. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) leva em conta os votos válidos para anunciar o resultado da eleição. Na pesquisa espontânea, Lula tem 53,9% dos votos e Alckmin, 31,4%. O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, observou que o fato de o resultado do levantamento espontâneo e estimulado serem próximos indica consolidação dos votos de Lula. Para Guedes, a eleição está definida. ‘Qualquer coisa que aconteça não mudará mais o resultado da eleição. As diferenças estão se alargando’, justificou.”

Mais uma

E tem várias desse tipo!

Dá tempo prá rezar?

Relançamento


O Bom Menino

Carequinha

O bom menino não faz xixi na cama
O bom menino não faz malcriação
O bom menino vai sempre à escola
E na escola aprende sempre a lição

O bom menino respeita os mais velhos
O bom menino não bate na irmãzinha
Papai do céu protege o bom menino
Que obedece sempre, sempre a mamãezinha

Por isso eu peço a todas as crianças
Preste atenção para o conselho que eu vou dar

(falado)
Olha aqui.
Carequinha não é amigo de criança que passa de noite da sua cama pra cama da mamãe
E também não é amigo de criança que rói unha, e chupa chupeta.
Tá certo ou não tá?
Táaaaaaa

Eu obedeço sempre a mamãezinha
Então aceite os parabéns do carequinha.

O bom menino...

(falado)
Olha aqui.
Carequinha só gosta de criança que respeita mamãe, papai, titia e vovó
E seja amigo dos seus amiguinhos
E também que coma na hora certa, e durma na hora que a mamãe mandar.
Tá certo ou não tá?
Táaaaaaa

Eu obedeço sempre a mamãezinha
Então aceite os parabéns do carequinha.

O bom menino

Respeita os mais velhos e não bate na irmãzinha!

Segura!

E agora?

E virou mesmo!

Cadê o Ibama?

Delivery

Valorosos companheiros

Como está o jacaré?

Eu já tenho

O autógrafo do Ministro da Educação de Geraldinho

Deu no site do Cláudio Humberto

26/10/2006 | 12:44

CNT/Sensus: Lula abre vantagem de 24 pontos



Nova rodada de pesquisa da CNT/Sensus dá vantagem de 24 pontos percentuais ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. Na pesquisa estimulada, realizada entre os dias 23 e 25 de outubro, com dois mil entrevistados, em 24 estados, Lula aparece com 57,5% das intenções de votos, contra 33,5% do tucano Geraldo Alckmin. A soma dos votos brancos e nulos é de 3,3%. Eleitores indecisos chegam a 5,9%. Na pesquisa espontânea, Lula alcança 53,9%, e Alckmin 31,4% dos votos. Brancos e nulos somam 3,5%, e indecisos 11,3%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Seis lições

Com Chalita Ministro da Educação e Dona Lu Alckmin Primeira Dama, Brasília nunca mais será a mesma!




Para escrever "Seis Lições de Solidariedade", Gabriel Chalita, secretário de Educação de São Paulo, baseou-se em diários escritos pela primeira dama do estado, Lu Alckmin. Trata-se de um condensado de experiências vividas por uma mulher que acredita e defende que a ação solidária e o movimento do amor podem transformar a vida das pessoas. Desse modo, o livro tem a missão de compartilhar tais experiências e ajudar as pessoas a perceber essa transformação. A obra revela uma mulher meiga, amorosa, porém empreendedora e acima de tudo solidária. As passagens da vida da senhora Lu Alckmin fazem um convite ao leitor. Primeiro, sentir o milagre da vida. Depois, saber que enquanto se vive é preciso aprender com o sofrimento. Descobrir que o melhor remédio para vencer o sofrimento é saber partilhar a vida e que partilhar significa viver a bondade, ter humildade para aprender e disposição para ensinar. "Seis Lições de Solidariedade" é um livro para aqueles que acreditam no amor, para os que não acreditam e para os que acreditam, mas ficam sempre a espera do tempo para ver algo acontecer

Deu no blog do Estadão

PSDB discute balanço para o dia seguinte

por Paulo Moreira Leite, Seção: brasil às 07:31:56.

Caso as urnas venham a confirmar aquilo que as pesquisas anunciam, o dia seguinte vai alimentar muitas discussões no PSDB. Com a experiência de quem já viu muita candidatura maravilhosa se espatifar na reta final, o deputado Miro Teixeira adora lembrar sempre que eleição tem véspera. Ele tem razão.

Mas o fato é que os próprios tucanos já discutem o pleito no passado. Entre mortos e feridos, salvou-se o candidato. Há um consenso de que Alckmin até que foi longe, diante de circunstâncias claramente desfavoráveis desde o início. O simples fato de ter conseguido chegar ao segundo turno -- com auxílio indispensável da equipe tabajara do PT, é claro -- já é apontado como prova de que teve um bom desempenho.

Mas Alckmin não conseguiu mostrar perfil de um político de estatura nacional, o que pode limitar seus projetos de vôo no futuro. Fez uma campanha de governador e não apresentou uma visão de país. Manteve distância da herança tucana -- nem chegou a defender as privatizações com a ênfase esperada -- mas não construiu uma idéia alternativa. Uma aposta para breve? Conforme me disse um tucano de altíssima plumagem: se as pesquisas forem confirmadas Alckmin sái da campanha como o melhor nome tucano para disputar a prefeitura de São Paulo em 2008 -- se quiser. "Pode parecer pouco agora, mas será a grande eleição daqui a dois anos," explica.

Há dois outros temas para o balanço. Um deles promete não levar a lugar nenhum: trata-se do desempenho de Luiz Gonzalez, que, como está escrito no contrato de trabalho de todo marqueteiro, de qualquer partido, em caso de derrota sempre lhe cabe parte da culpa. Outro tema é relevante e pode conduzir a 2010. Ouvi críticas ao excesso de "paulistização" da campanha de Alckmin, que não teria dado espaço para conselheiros de outros pontos do país e por isso não foi capaz de diminuir a vantagem absurda que as pesquisas davam a Lula no Nordeste. É uma crítica que engrossa o coro anti-São Paulo, um dos combusíveis da caravana do mineiro Aécio Neves contra José Serra -- a verdadeira agenda do PSDB depois de domingo.

Deu no blog do Noblat

26/10/2006 ¦ 11:40

Sensus dá 26 pontos de vantagem a Lula

Da 87ª Pesquisa CNT/Sensus que ouviu 2 mil pessoas em 195 municípios no período de 23 a 25 de outubro de 2006 e que acaba de ser divulgada em Brasília:

Lula - 63,2% (do total de votos válidos)
Alckmin - 36,8%


Vantagem de Lula: 26,4%


Sobre o total de votos (incluindo brancos, nulos e indecisos):

Lula - 57,5%

Alckmin - 33,5%

Brancos e nulos - 3,3%

Indecisos - 5,9%


Por regiões (sobre o total de votos)

Nordeste - Lula, 74,% a 18,6%

Sudeste - Lula, 50,9% a 36,7%

Norte/Centro-Oeste - Lula, 58,3% a 38,4%

Sul - Lula, 45,5% a 45,2%

Índice de rejeição

Lula - 33,6%

Alckmin - 45,0%

Margem de erro da pesquisa: 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Se não der certo

Geraldinho já tem uma desculpa: