quinta-feira, outubro 26, 2006

Segura!

E agora?

E virou mesmo!

Cadê o Ibama?

Delivery

Valorosos companheiros

Como está o jacaré?

Eu já tenho

O autógrafo do Ministro da Educação de Geraldinho

Deu no site do Cláudio Humberto

26/10/2006 | 12:44

CNT/Sensus: Lula abre vantagem de 24 pontos



Nova rodada de pesquisa da CNT/Sensus dá vantagem de 24 pontos percentuais ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. Na pesquisa estimulada, realizada entre os dias 23 e 25 de outubro, com dois mil entrevistados, em 24 estados, Lula aparece com 57,5% das intenções de votos, contra 33,5% do tucano Geraldo Alckmin. A soma dos votos brancos e nulos é de 3,3%. Eleitores indecisos chegam a 5,9%. Na pesquisa espontânea, Lula alcança 53,9%, e Alckmin 31,4% dos votos. Brancos e nulos somam 3,5%, e indecisos 11,3%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Seis lições

Com Chalita Ministro da Educação e Dona Lu Alckmin Primeira Dama, Brasília nunca mais será a mesma!




Para escrever "Seis Lições de Solidariedade", Gabriel Chalita, secretário de Educação de São Paulo, baseou-se em diários escritos pela primeira dama do estado, Lu Alckmin. Trata-se de um condensado de experiências vividas por uma mulher que acredita e defende que a ação solidária e o movimento do amor podem transformar a vida das pessoas. Desse modo, o livro tem a missão de compartilhar tais experiências e ajudar as pessoas a perceber essa transformação. A obra revela uma mulher meiga, amorosa, porém empreendedora e acima de tudo solidária. As passagens da vida da senhora Lu Alckmin fazem um convite ao leitor. Primeiro, sentir o milagre da vida. Depois, saber que enquanto se vive é preciso aprender com o sofrimento. Descobrir que o melhor remédio para vencer o sofrimento é saber partilhar a vida e que partilhar significa viver a bondade, ter humildade para aprender e disposição para ensinar. "Seis Lições de Solidariedade" é um livro para aqueles que acreditam no amor, para os que não acreditam e para os que acreditam, mas ficam sempre a espera do tempo para ver algo acontecer

Deu no blog do Estadão

PSDB discute balanço para o dia seguinte

por Paulo Moreira Leite, Seção: brasil às 07:31:56.

Caso as urnas venham a confirmar aquilo que as pesquisas anunciam, o dia seguinte vai alimentar muitas discussões no PSDB. Com a experiência de quem já viu muita candidatura maravilhosa se espatifar na reta final, o deputado Miro Teixeira adora lembrar sempre que eleição tem véspera. Ele tem razão.

Mas o fato é que os próprios tucanos já discutem o pleito no passado. Entre mortos e feridos, salvou-se o candidato. Há um consenso de que Alckmin até que foi longe, diante de circunstâncias claramente desfavoráveis desde o início. O simples fato de ter conseguido chegar ao segundo turno -- com auxílio indispensável da equipe tabajara do PT, é claro -- já é apontado como prova de que teve um bom desempenho.

Mas Alckmin não conseguiu mostrar perfil de um político de estatura nacional, o que pode limitar seus projetos de vôo no futuro. Fez uma campanha de governador e não apresentou uma visão de país. Manteve distância da herança tucana -- nem chegou a defender as privatizações com a ênfase esperada -- mas não construiu uma idéia alternativa. Uma aposta para breve? Conforme me disse um tucano de altíssima plumagem: se as pesquisas forem confirmadas Alckmin sái da campanha como o melhor nome tucano para disputar a prefeitura de São Paulo em 2008 -- se quiser. "Pode parecer pouco agora, mas será a grande eleição daqui a dois anos," explica.

Há dois outros temas para o balanço. Um deles promete não levar a lugar nenhum: trata-se do desempenho de Luiz Gonzalez, que, como está escrito no contrato de trabalho de todo marqueteiro, de qualquer partido, em caso de derrota sempre lhe cabe parte da culpa. Outro tema é relevante e pode conduzir a 2010. Ouvi críticas ao excesso de "paulistização" da campanha de Alckmin, que não teria dado espaço para conselheiros de outros pontos do país e por isso não foi capaz de diminuir a vantagem absurda que as pesquisas davam a Lula no Nordeste. É uma crítica que engrossa o coro anti-São Paulo, um dos combusíveis da caravana do mineiro Aécio Neves contra José Serra -- a verdadeira agenda do PSDB depois de domingo.

Deu no blog do Noblat

26/10/2006 ¦ 11:40

Sensus dá 26 pontos de vantagem a Lula

Da 87ª Pesquisa CNT/Sensus que ouviu 2 mil pessoas em 195 municípios no período de 23 a 25 de outubro de 2006 e que acaba de ser divulgada em Brasília:

Lula - 63,2% (do total de votos válidos)
Alckmin - 36,8%


Vantagem de Lula: 26,4%


Sobre o total de votos (incluindo brancos, nulos e indecisos):

Lula - 57,5%

Alckmin - 33,5%

Brancos e nulos - 3,3%

Indecisos - 5,9%


Por regiões (sobre o total de votos)

Nordeste - Lula, 74,% a 18,6%

Sudeste - Lula, 50,9% a 36,7%

Norte/Centro-Oeste - Lula, 58,3% a 38,4%

Sul - Lula, 45,5% a 45,2%

Índice de rejeição

Lula - 33,6%

Alckmin - 45,0%

Margem de erro da pesquisa: 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Se não der certo

Geraldinho já tem uma desculpa:

Não desiste nunca!

Geraldinho foi o último a deixar o "Comício da Vitória".
Ele tinha certeza que o Rubinho chegaria.


Geraldo disse que Rubinho é como ele: não desiste nunca. Que pena!

Inspiração de Geraldinho

Não fale mal de Bush na frente do Geraldinho!

Numa coisa temos que concordar:
Geraldo é assim, quando gosta, gosta.

Se não der certo


Não pensem que ele é bobo!Geraldo já tem outro projeto: substituir o Carequinha
e relançar o hit O bom menino não faz pipi na cama.

Sacanagem!

Não esperaram o Rubinho para o "Comício da Vitória".
Só de raiva ele também não vai na posse, não adianta insistir!

Vamos tratar de ler

O autor deverá ser Ministro da Educação de Geraldinho.

A inspiração de Geraldinho

Agora foi possível entender de onde Geraldinho tirou essa sua vontade de ser presidente!

Já começou a briga!

Deu na Folha OnLine (link)

26/10/2006 - 09h46

PSDB se divide sobre negociação com Lula

JOSÉ ALBERTO BOMBIG
da Folha de S.Paulo


Caso o presidente Lula seja reeleito domingo, como indicam as pesquisas eleitorais, o PSDB iniciará um processo de discussões internas na tentativa de conciliar as diferenças entre os projetos de seus principais líderes: Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves.

FHC é hoje o principal entrave para a tentativa de aproximação do PT com os tucanos, como pretendem os petistas, o que interessaria a Aécio, reeleito em Minas Gerais e, em parte, a Serra, eleito em São Paulo.

Alckmin, que ainda luta por uma virada na eleição, poderá ser o "fiel da balança", mas, para apoiar um lado ou outro, exigirá comandar o partido e manter-se como alternativa eleitoral para as disputas futuras.

Em reunião recente com seu grupo político, FHC reclamou de ter sido o principal alvo da campanha de Lula até agora. Segundo ele, os tucanos são pouco enfáticos na defesa de seu legado na Presidência, o que teria sido um grande erro do partido, já que, na visão do ex-presidente, sua gestão na Planalto (1995-2002) ainda é o principal patrimônio do PSDB.

Por conta de diferenças que ele considera "inconciliáveis", FHC estaria disposto a jogar o partido na oposição frontal a Lula como a única forma de melhorar a imagem de seu governo e ressaltar historicamente suas diferenças para Lula.

Disputa interna

Se perder a eleição domingo, Alckmin deverá repetir a estratégia usada por José Serra após a derrota em 2002 para Lula. Alckmin tem sido aconselhado por seu grupo a pleitear a presidência do PSDB e a manter seu nome como postulante à Prefeitura de São Paulo em 2008.

Nesse cenário, caso seja aclamado pelo partido, Alckmin aceitaria concorrer à prefeitura, desde que tenha o apoio de Serra. Com isso, o presidenciável continuaria como um nome forte para o governo do Estado em 2010 ou até mesmo para a disputa pelo Planalto.

Reservadamente, o grupo de Alckmin aguarda a votação do presidenciável neste segundo turno em Minas para voltar a negociar com Aécio, que aposta no apoio do paulista para comandar a bancada tucana na Câmara a partir de fevereiro.

Se Alckmin novamente perder por uma ampla diferença para Lula, a tendência do grupo será apoiar um nome de Serra ou lançar candidato próprio à liderança. Nesse cenário, a tese da "concertação", da qual o mineiro seria um dos entusiastas perde força, o que fortaleceria Serra e Fernando Henrique.

Serra, de sua parte, tem conversado com os petistas, mas, reservadamente, tem afirmado que não haverá "trégua", apenas "entendimento" sobre questões que interessam a São Paulo e ao governo federal. A estratégia do tucano é manter o principal Estado da União como "contraponto" ao PT.

Fatores externos

Pelo menos dois cenários devem influenciar na maneira como irá se comportar o partido daqui pra frente. Para o PFL, aliado preferencial dos tucanos, a reeleição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que assumiu o cargo após a renúncia de Serra, passou a ser principal chance de sobrevivência do partido como uma legenda forte (nestas eleições, o partido só conseguiu fazer um governador), o que atrapalharia, por exemplo, uma aliança com os tucanos caso Alckmin seja o candidato do PSDB em 2008.

O outro fator é o desfecho da investigação conduzida pela PF no caso do dossiê contra políticos tucanos. Se for comprovado o envolvimento de petistas, dificilmente o partido poderá dialogar com o Planalto.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u85823.shtml

A noite das viradas

A noite de ontem, 25 de outubro de 2006, será para sempre relembrada como a "Noite das Viradas".

25 de outubro, talvez um dia vire até feriado, vou desde já marcar em minha agenda Tilibra do ano que vem!

Não sou corinthiano mas sou obrigado a concordar que a partir da vitória de ontem o Timão passa a ser um sério concorrente ao título. Podemos dizer que praticamente está com a mão na taça.

Também não sou alckmista, mas sou obrigado a reconhecer a partir de ontem à noite, do "Comício da Vitória", Geraldo consolidou sua virada no segundo turno da eleição presidencial. O cerimonial já pode vir tirar as medidas dele para mandar confeccionar a faixa. Pode também mandar passar limpa pedras na rampa, pois o Geraldinho gosta de tudo bem limpinho.

Confirmado!

Rubinho foi ao Comício da Vitória!


Só que chegou um pouco tarde demais.


Ao chegar foi recebido carinhosamente pelos garis.

Agora vai!

Não é que a virada começou mesmo?


Depois que Lula associou sua imagem à de Felipe Massa, Geraldinho, que não é bobo nem nada, imediatamente procurou alguém a quem pudesse relacionar seu nome também, que tivesse a ver com seu perfil e que causasse o mesmo impacto. Não teve dúvida: pediu ao seu departamento de marketing que procurasse Rubinho Barrichello convidando-o para a Arrancada da Vitória. Pela cara do convidado dá para ver como ele ficou feliz!

Deu no Estadão

Quinta-feira, 26 outubro de 2006 - (link)

Abel agilizou verbas para 50 cidades, diz Vedoin

Ação do empresário teria provocado um rombo de R$ 4 milhões no Tesouro em 2002

Fausto Macedo, Sônia Filgueiras

Abel Pereira, o suposto elo do PSDB com a máfia dos sanguessugas, agilizou a liberação de verbas do Ministério da Saúde para cerca de 50 municípios que compraram ambulâncias superfaturadas. A ação de Abel teria provocado rombo de R$ 4 milhões no Tesouro em 2002, último ano do governo Fernando Henrique. O ministro da Saúde, na ocasião, era Barjas Negri, amigo de Abel.

A denúncia foi feita à Justiça por Luiz Antônio Vedoin e seu pai, Darci, donos do Grupo Planam e apontados pela Polícia Federal como criadores do esquema de emendas forjadas.

Empreiteiro de obras públicas em Piracicaba (SP) e fazendeiro em Jaciara (MT), Abel depôs à PF segunda-feira e negou ter atuado como lobista dos sanguessugas. Mas ele caiu em contradições. Uma delas: disse que não era amigo de Barjas.

Os depoimentos dos Vedoin apontam em outra direção. Mostram que Abel tinha livre trânsito no gabinete do ministro. Um exemplo é o caso do ex-prefeito de Jaciara Valdizete Martins Nogueira. Em 2002, Valdizete pediu ajuda a Abel para audiência com Barjas. Em duas semanas, o ministério liberou um dinheiro que estava parado havia 1 ano e 3 meses.

A PF decidiu interrogar os Vedoin porque avalia como 'muito graves' as denúncias que eles relataram à Justiça Federal, semana passada.

Darci Vedoin contou ao juiz Jeferson Schneider, da 2ª Vara Federal, que 'cerca de 50 municípios foram beneficiados com recursos de emendas liberadas por influência de Abel no Ministério da Saúde'. 'O contato de Abel no ministério era o próprio ministro, Barjas Negri', declarou Luiz Vedoin. 'Abel possuía um bom acesso junto ao ministro.'

Segundo os Vedoin, a relação de municípios que Abel apresentou foi preparada 'em acordo' com os parlamentares que fizeram as emendas. Ele disse que Abel exigia entre 3% e 6,5% de comissão por negócio realizado. Abel também cobraria 10% sobre novos empenhos que o ministério programava.

A PF rastreia depósitos em contas das quais o empreiteiro seria beneficiário. Os repasses foram efetuados pela Klass Comércio e Representações, do Grupo Planam. Luiz Vedoin afirmou que os cheques eram emitidos 'a título de adiantamento dos empenhos'. Darci disse que se encontrou em 2002 com Abel em um estacionamento da Câmara dos Deputados e ali acertou o valor da propina. Em dezembro de 2002, eles teriam se encontrado três vezes em um hotel em Brasília. Nesses encontros, Abel teria submetido a Vedoin uma planilha com a lista de municípios com os quais o ministério firmara convênios.

'Pedi ao Abel que fizesse levantamento dos municípios de Alagoas e Mato Grosso para começar', contou Darci. 'A comissão foi paga a Abel, em depósitos e cheques.' Segundo Darci, 'os depósitos eram feitos em nome de terceiros por indicação de Abel.' Luiz Vedoin observou que os pagamentos para Abel foram feitos em favor de Canguru F. Sociedade de Fomento, Data Micro Info, I. Representação Turística Ltda. e Mário J. Martignado. Ele não acusou Barjas de participação no esquema.

Eduardo Silveira Mello Rodrigues, que é advogado de Abel, reafirmou que seu cliente 'jamais recebeu qualquer quantia' dos Vedoin.


http://www.estado.com.br/editorias/2006/10/26/pol-1.93.11.20061026.23.1.xml
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Final de feira


Ouvido de tuberculoso

Alckmin não joga a toalha, nem reservadamente, revelam interlocutores. À imprensa, insiste que há um "movimento silencioso nas ruas". Para ele, a vantagem de seu adversário não passa de um dígito. (fonte: Uol Eleições)

O evento do século

Os tucanos chamaram o evento de "comício da vitória" e destacaram a participação de populares e políticos, que apoiaram a candidatura do ex-governador de São Paulo.

"Ontem, o Vale Anhangabaú, que recebeu comícios das eleições diretas, mais uma vez foi palco da democracia brasileira. Milhares de brasileiros participaram da manifestação de arrancada rumo à vitória no domingo", afirmou o narrador do PSDB. (fonte: Terra Eleições)



Aécio não pode comparecer ao "Comício da Vitória"

Aécio Neves (PSDB), no entanto, reeleito governador do Estado com mais de 70 por cento dos votos, não prestigiou o colega na celebração final, mesmo sabendo que sua presença ao lado de Alckmin seria importante para demonstrar força eleitoral a menos de cem horas do "dia D". (fonte: Uol Eleições)

Galego dos óio azul será o grande responsável pela vitória

"Pelo amor de Deus, não deixem o Lula ganhar", pedia o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE). (fonte: Uol Eleições)

Futuro Vice Presidente explica o segredo da vitória

"Só faltam 10 milhões de votos", defendeu o senador José Jorge (PFL-PE), candidato a vice-presidente da chapa do tucano. A marca é quase o tamanho do eleitorado de Minas Gerais. (fonte: Uol Eleições)

Vitoriosos e bem educados

O governador eleito José Serra (PSDB), que praticamente não acompanhou o presidenciável durante o segundo turno, teve lugar cativo na lista de discursos, mas preferiu não atacar Lula diretamente. (fonte: Uol Eleições)

A fé removeu as montanhas

“A diferença não é grande, nas nossas avaliações é de um dígito. Temos tudo para transformar nesta reta de chegada”, disse Alckmin. Ele chamou o presidente de “arrogante” por ele dar como certa a vitória no domingo. “Vamos tirar a diferença nos próximos quatro dias”. (fonte: G1.com.br)

Moleza: “Só faltam 25%”

Em seu discurso, o candidato a vice-presidente, José Jorge (PFL), também apostou na virada. “Só faltam 25%”, disse, após afirmar que no primeiro turno sua chapa alcançou 40 milhões de votos e que ele acredita ser necessário alcançar 52 milhões para vencer a eleição. (fonte: G1.com.br)

Vale do Anhangabaú

Novo recorde de público no Vale do Anhangabaú, depois do Comício das Diretas, em abril de 1984, que teve cerca de 1,5 milhão de pessoas, o "Comício da Vitória" foi ligeiramente mais modesto, mesmo assim grandioso, atingindo quase 5 mil pessoas, sem contar as do palanque. (fonte: G1.com.br)

quarta-feira, outubro 25, 2006

Com a força do povo!

Pode beijar a taça!

É só alegria!

Parabéns aos vencedores!

Duas voltas na frente!

Acelera Brasil!

Tchan tchan tchan, tchan tchan...

Se fosse futebol

Se fosse fórmula um

Se fosse corrida de kart

Se fosse xadrez

Se fosse tênis

Se fosse boxe

Adeus!

Parabéns ao segundo colocado

Deu no Terra - Eleições 2006

Quarta, 25 de outubro de 2006, 16h00 (link)

PSDB já admite derrota e culpa marqueteiros
Maria Clara Cabral
Direto de Brasília

Faltando três dias para o segundo turno das eleições e com a pesquisa Datafolha apontando 21 pontos de vantagem para o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) já admite uma derrota de Geraldo Alckmin e tenta achar culpados para o desempenho do tucano. Em sua opinião, um dos pontos que mais pesou contra o ex-governador de São Paulo foram os programas eleitorais.

"O programa de Alckmin é claramente inferior ao de Lula", admitiu o senador. Para ele, em um país tão grande como o Brasil e com os novos termos da campanha, sem showmícios, por exemplo, os programas eleitorais fazem toda a diferença. "O programa tem que ser criativo, inovar todos os dias. Mostrar emoção e indignação. Não pode falar de crise lendo um teleprompter", afirmou.

Apesar das críticas, Álvaro Dias admitiu que agora não há mais tempo de fazer alteração que mude a opinião do eleitor. O senador afirmou também que teve diversos encontros com os marqueteiros responsáveis pela camapanha - encabeçada pela empresa GW, de São Paulo - propondo as mudanças. "Mas os marqueteiros se consideram muito acima dos candidatos", criticou.

"Os programas não estavam no nível de Alckmin. Se perdemos a eleição não foi por causa do candidato, pois ele tem todas as qualidades". Um dos exemplos dado pelo senador do que poderia ter sido diferente foi o modo de tratar o caso dossiê. Em sua opinião, o programa não deveria ter usado todos os dias indagações sobre a origem do dinheio que seria usado para comprar o dossiê contra o governador eleito de São Paulo, José Serra, mas sim, fazer afirmações.

"A campanha deles (do governo) não fez perguntas sobre privatizações, eles afirmaram. Nós também tínhamos que ter afirmado que o dinheiro era de responsabilidade de Lula", disse. "Faltou estratégia e comunicação competente", resumiu.

Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1211666-EI6652,00.html

terça-feira, outubro 24, 2006

Deu no Uol Economia


24/10/2006 - 14h26 (link)

Média de juro bancário para pessoa física é a menor desde junho de 1994

BRASÍLIA - A taxa média do juro bancário caiu em setembro para 41,5% anuais, o menor patamar desde junho de 2000. Nos empréstimos a pessoas físicas, baixou para 53,8%, o menor nível desde junho de 1994.

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, admite que as taxas ainda são " um pouco elevadas " . Mas pondera que " são as mais baixas da série histórica " apurada pelo BC.

Ele destaca que, embora devagar, os bancos têm seguido a trajetória de cortes na taxa básica Selic, iniciada em setembro de 2005. Mas lembra que, nos 12 meses terminados em setembro deste ano, enquanto a Selic caiu 5,75 pontos percentuais, o juro médio cobrado pelos bancos teve queda maior, de 6,6 pontos percentuais.

" O que esperamos é que eventuais cortes na Selic se reflitam nas taxas ao consumidor " , justifica o técnico.

Em algumas operações, entretanto, os reflexos do corte do juro básico são mais lentos. Como no crédito direto ao consumidor para aquisição de eletroeletrônicos, que subiu 1,6 ponto percentual em relação a agosto. Essa taxa média ficou em 61% anuais, a mais alta desde dezembro de 2005 (65,2%).

Segundo o técnico do BC, o custo dos empréstimos, principalmente a taxas prefixadas, demora mais a cair. Isso por ter influência mais acentuada pelo spread, que é a diferença entre o custo de captação e o ganho dos bancos ao emprestar o dinheiro.

" Esse aumento reflete a alta do spread " , disse Lopes. Sobre agosto, o spread geral subiu 0,3 ponto percentual, situando-se em 27,8% ao ano. Segundo ele, às vezes os bancos pagam mais para captar e repassem " aos pouquinhos " , essa elevação de custos para os empréstimos.

Houve ainda no mês passado uma ligeira alta nas taxas de inadimplência. A média saiu de 5% para 5,1%, enquanto o nível de atrasos em vencimentos superiores a 90 dias aumentou 0,2 ponto percentual, tanto nas operações de pessoas físicas quanto de jurídicas. A carteira de pessoas físicas teve inadimplência elevada de 7,6% para 7,8%. Entre as empresas, saiu de 2,5% para 2,7%.

Lopes afirmou, porém, que esse incremento na inadimplência " não preocupa " o sistema financeiro, pois decorre do aumento da base de tomadores de crédito. " Isso não deve levar a um aumento nas taxas cobradas dos empréstimos " , afirmou ele.

(Azelma Rodrigues/Valor Online)

http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2006/10/24/ult1913u59345.jhtm

Nova fase

A partir de domingo, depois das apurações e dos últimos comentários sobre a vitória de Lula, este blog voltará a ser dirigido principalmente às coisas da terra da "Cidade sem Limites".

Episodicamente ainda comentaremos alguma coisa sobre a eleição e ficaremos a postos para denunciar qualquer tentativa de vingança, tanto da parte do vitorioso, que não será eleito para perseguir ninguém, como da parte dos derrotados, que têm que abaixar a cabeça e imediatamente partir para contribuir, mesmo na oposição, para que o país avance ne direção da superação das dificuldades e alcance crescimento e desenvolvimento compatíveis com nossa necessidade e nossa vocação.

As coisas de Bauru, da política, da cultura, o folclore, os locais de lazer e de bate papo voltarão a ser nosso objeto, nossa lista de inscritos será alterada e novas inscrições serão abertas para os interessados em receber nossos artigos.

Um domingo após o outro...


Felipe Massa conquistou a pole position e deu um show, fechou o domingo passado com uma magnífica vitória. Foi cumprimentado pelo Presidente Lula a quem deu seu boné da sorte.

Lula, em nome dos brasileiros, condecorou Felipe Massa com a Ordem do Mérito Desportivo.

Lula também conquistou a pole position para disputar o segundo turno no próximo domingo, com certeza vai comemorar a vitória com a bandeira do Brasil nas mãos, a estrela do PT no peito e com o boné do Felipe Massa.

Os brasileiros condecorarão Lula com uma expressiva votação, dando a ele o mérito e a obrigação de zelar pelos destinos do país por mais quatro anos.

Dois domingos de muita felicidade para o Brasil! É só alegria!

Picolé está "tomando um calor!"

Deu no blog do Estadão

por Paulo Moreira Leite, Seção: brasil às 08:16:03. ( link)

Lula tem maioria 300 votos no novo Congresso


Apareceu uma novidade nas previsões para um eventual governo Lula. A soma das bancadas que alinhadas com Lula chega a exatamente 300 votos na Câmara, uma maioria bem razoável para tocar os trabalhos no dia-a-dia. Verdade que esta contabilidade inclui toda a bancada do PMDB e é possível imaginar que uma parte dela irá manter uma certa independência. Claro que podem ocorrer mudanças de lado, aqui e ali -- mas, como se sabe, todo governo tem uma considerável força de atração sobre parlamentares.

Mesmo com todos os descontos ee ressalvas, é uma situação mais confortável que a de 2002. Há quatro anos, o governo Lula poderia ter consolidado a maioria parlamentar de duas maneiras: com um acordo com o PMDB, como queria o ministro José Dirceu; ou com um acordo do varejo, que produziu o mensalão de horrível memória. Mesmo na oposição, há quem aposte que o PT aprendeu com o passado e não ousará repetir os erros anteriores. Pode ser. Mas a experiência recentíssima do dossiê demonstra que o PT não costuma decepcionar seus críticos mais pessimistas.

http://blog.estadao.com.br/blog/index.php?blog=22
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Deu na Tribuna da Imprensa



Terça-feira, 24 de outubro de 2006


Advogado de Suzane terá que depor ao MP sobre contas

O advogado Denivaldo Barni, defensor de Suzane von Richthofen e procurador da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), disse estar "inconformado com as insinuações lançadas contra sua pessoa", que o envolvem em supostas contas da família da jovem na Suíça.

Ele será ouvido na sexta-feira pelo Ministério Publico Estadual (MPE) em ação que investiga denúncia sobre existência de duas contas em nome de Manfred, Marísia e Suzane von Richthofen no Discount Bank and Trust Company (DBTC), hoje Union Bancaire Privee. Há suspeita de que o dinheiro dessas contas tenha sido desviado de obras do Rodoanel Mario Covas.

O Ministério Público Federal abriu duas investigações, uma criminal e outra civil, de improbidade administrativa. Barni considerou 'injustas e ilegais' as acusações de que faz a defesa de Suzane por estar interessado no inventário da família Richthofen. O advogado disse que já entrou em contato com o promotor Eduardo Rheingantz, que tentava notificá-lo sobre a audiência de sexta-feira, na Promotoria de Justiça e Cidadania. "Ele disse que já se declarava intimado, uma vez que soube da data do depoimento pela imprensa", explicou ontem o promotor.

Ha também pedido de explicação feito por Barni junto ao Tribunal de Justiça (TJ) contra os promotores Roberto Tardelli e Nadir de Campos Junior. Ele afirmou que ambos teriam extrapolado suas funções ao comentar em evento do Ministério Público as investigações sobre as contas na Suíça e teriam envolvido<

segunda-feira, outubro 23, 2006

Jogo dos erros



Ajude Geraldinho a descobrir os 7 erros principais de sua campanha!

Lembranças de Campanha



Geraldinho agora vai para casa, vai passar um tempo lambendo as feridas, que são muitas. Ele tem um dinheirinho guardado, umas economias, poderá passar alguns meses sem procurar emprego. Durante esse período vai ler bastante e estudar estatística.

domingo, outubro 22, 2006

Enquanto isso...

Não decola mesmo!

Apoio de última hora!



Geraldinho conseguiu um importante apoio para a reta final: o Geraldão. Os dois são até meio parecidos, a diferença é que Geraldinho tem mais cabelo, mas Geraldão é mais bonito e tem a cabeça maior. Dentro da cabeça os dois tem a mesma coisa, só que não dá para falar aqui...

Agora vai!



Geraldinho já decidiu, agora que empacou, vai de táxi!

Do Diário de Cuiabá



SANGUESSUGA

Até transporte escolar

Investigações em prefeituras de MT mostram que máfia também fraudava licitação para compra de ônibus usados na Educação

RODRIGO VARGAS
Da Reportagem

Irregularidades em convênios entre o Ministério da Educação e nove prefeituras de Mato Grosso abriram uma nova linha de investigação sobre as ações da quadrilha desmontada pela Operação Sanguessuga. Os valores apurados, que se destinavam à compra de veículos para o transporte escolar, superam os R$ 500 mil.


De acordo com um levantamento divulgado pela Controladoria Geral da União (CGU) - obtido a partir de seu programa de fiscalização por sorteios públicos -, os indícios apontam para a participação de sete empresas relacionadas diretamente ao esquema montado a partir do grupo Planam, liderado pelo empresário Darci José Vedoin.

A CGU detectou nos convênios com o MEC os mesmos procedimentos empregados no esquema de desvio de recursos destinados à compra de ambulâncias: licitações fraudulentas, entrega de veículos em desacordo com o solicitado em edital e a liberação de valores mesmo antes da entrega.

A suspeita foi confirmada pelo procurador da República Mário Lúcio Avelar, e pelo delegado da Polícia Federal, Tardelli Boaventura, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Sanguessugas, na última terça-feira.

A reportagem teve acesso à informações referentes a oito dos nove municípios que caíram na malha fina. O relatório sobre Nova Brasilândia, que também teria irregularidades semelhantes, será divulgado nos próximos dias.

Das nove licitações investigadas, oito foram vencidas pela Santa Maria Comércio e Representação Ltda, empresa de fachada aberta pelo empresário Luiz Antônio Trevisan Vedoin, que é sócio-proprietário da Planam Comércio e Representações Ltda - vencedora da licitação restante.

As demais empresas citadas foram a Torino Comércio de Veículos Ltda, Ideal Automóveis Ltda, Esteves e Anjos Ltda, Enir Rodrigues de Jesus EPP e Unisau Comércio e Indústria Ltda. Esta última, de acordo com as investigações da PF, seria vinculada ao empresário Ronildo Pereira Medeiros, acusado de também integrar o esquema.

IRREGULARIDADES – O maior número de convênios suspeitos foi encontrado pela CGU na prefeitura de Pontes e Lacerda (483 quilômetros de Cuiabá). No período entre 2001 e 2003, foram realizadas duas licitações para a compra de ônibus escolares.

Uma delas foi vencida pela Santa Maria, tendo como concorrentes as empresas Torino e Enir Rodrigues de Jesus. Outra foi vencida pela Planam, superando as propostas da Unisau e da Esteves e Anjos. Ao todo, a prefeitura pagou R$ 146 mil. Mas não levou.

De acorro com a CGU, em um dos casos o veículo entregue tinha mais de um ano de uso - quando o edital exigia um modelo zero quilômetro. No outro processo licitatório, o ônibus adquirido, mesmo após o pagamento de uma parcela de R$ 50 mil, não havia sido entregue. As irregularidades envolvendo as verbas destinadas ao transporte escolar foram descobertas a partir dos sorteios do programa de fiscalização especial da CGU. Iniciado em 2003, o programa já submeteu mais de mil municípios a uma operação pente fino em convênios federais.

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As coisas estão bem claras lá em Mato Grosso. Quem leu a matéria viu as datas de quando foram liberados os recursos e feitas as licitações fraudulentas. Aqui em São Paulo havia um irmão de um envolvido que atuava tanto na saúde como na educação, cobrava um pouco mais caro, mas vendia o pacote completo.

Para confirmar é simples: abrir as contas da prefeituras e criar um banco de dados onde se cruzem todas as compras de ônibus, de ambulâncias e equipamentos de saúde, e verificar os vencedores e os preços praticados. Depois disso é só chamar os responsáveis para conversar na polícia federal que eles abrem o bico rapidinho.

Da revista Istoé

01/10/2006

CPI dos Sanguessugas

O rastro de Abel Pereira, amigo dos tucanos, no Ministério da Saúde


Dossiê
No rastro de Abel

Polícia já tem contratos que mostram as promíscuas relações do empresário amigo dos tucanos no Ministério da Saúde

Por Rodrigo Rangel e Hugo Marques

Abel Pereira, o discreto empresário de Piracicaba (SP) que há três semanas ganhou notoriedade nacional ao ser apontado como o operador da máfia dos sanguessugas na gestão tucana no Ministério da Saúde, já não é tão desconhecido da Polícia Federal. Das primeiras investigações feitas a partir das denúncias da família Vedoin a ISTOÉ começaram a emergir os negócios que unem em uma mesma corrente Abel, os Vedoin e Barjas Negri, atual prefeito de Piracicaba e ex-ministro e secretário executivo do Ministério da Saúde. Trata-se da liberação de quase R$ 500 mil para a ampliação do hospital da cidade de Jaciara, no interior do Mato Grosso, onde Abel possui uma fazenda. Foi o próprio Abel quem intercedeu junto ao Ministério para que o dinheiro saísse. Tarefa que conseguiu realizar em apenas 12 dias. A pressa certamente se deve ao fato de que menos de 30 dias depois um novo governo tomaria posse. O projeto do convênio da Prefeitura de Jaciara foi cadastrado no Ministério da Saúde em 6 de dezembro de 2002 e em 18 de dezembro o convênio prevendo a liberação de R$ 495 mil foi assinado por dois amigos de Abel: Barjas Negri, o então ministro da Saúde, e Valdizete Martins Nogueira, o prefeito de Jaciara.

Além da velocidade em abrir os cofres do Ministério, a PF também já descobriu que Abel operou simultaneamente em Brasília e no interior mato-grossense. Em 24 de dezembro, quando o Ministério entregou os R$ 495 mil, Abel participava sozinho de uma licitação para ganhar a obra em Jaciara. Uma de suas empresas, a Construtora e Pavimentadora Cicat Ltda., saiu de Piracicaba e foi fazer o serviço em Mato Grosso. Dias depois, em janeiro de 2003, empresas do grupo Planam, segundo os Vedoin, fizeram depósitos bancários na conta do prefeito Valdizete no Banco do Brasil, a pedido do empresário de Piracicaba. O contrato entre a prefeitura e a empresa de Abel foi assinado em 21 de março de 2003 e ao dinheiro repassado por Brasília o município somou outros R$ 55 mil como contrapartida. Da verba total, R$ 414 mil foram destinados a ampliar em 747 metros quadrados o hospital local, obra pela qual Abel ficou responsável. O restante foi destinado à compra de equipamentos. E quem ficou com esse contrato de R$ 136 mil? A empresa Manoel Vilela de Medeiros, de propriedade de Ronildo Medeiros, sócio de Darci e Luiz Antônio Vedoin, os donos da Planam, a empresa chefe da máfia das ambulâncias.

Na terça-feira 26, a Polícia Federal e o Ministério Público abriram o inquérito que investiga as atividades de Abel Pereira e suas relações com o ex-ministro Barjas Negri. Já descobriram que nos arquivos do Ministério da Saúde não existe mais a memória das audiências do ex-ministro. A agenda de Barjas simplesmente desapareceu. Com ela, foi-se a possibilidade de conferir quem freqüentava seu gabinete, mas o que não faltam são pistas para serem seguidas. Na entrevista concedida a ISTOÉ, os Vedoin descreveram como o empresário agia e, à Justiça, os donos da Planam, apresentaram documentação bancária para comprovar o que disseram. Eles entregaram cheques que totalizam R$ 601,2 mil, que teriam sido entregues ao próprio Abel. Também apresentaram uma série de depósitos bancários que teriam feito a pedido de Abel. É a partir dessa documentação que a PF, o MP e a CPI dos Sanguessugas iniciam suas investigações. “As provas são suficientes para que as investigações sejam aprofundadas”, sentenciou o presidente da comissão, deputado Antônio Carlos Biscaia, do PT do Rio de Janeiro. “A documentação envolve o ex-ministro Barjas Negri e Abel Pereira de forma contundente”, prosseguiu ele, logo após analisar os documentos enviados à CPI pela Justiça Federal de Mato Grosso. Até o PSDB admite haver o que investigar. “Independentemente de o Abel ser vinculado ao Barjas ou ao PSDB, não há dúvidas de que ele deve ser ouvido”, disse a ISTOÉ o deputado Carlos Sampaio (SP), sub-relator da comissão de inquérito.

Outro mistério a ser desvendado é por que Abel tinha tanto interesse em falar com os Vedoin dias antes de eles revelarem a ISTOÉ o lado tucano do esquema sanguessuga. Grampos telefônicos feitos pela PF nos telefones dos chefes da máfia mostram que Abel conversou com os Vedoin às vésperas da entrevista a ISTOÉ, o que reforça a suspeita de que o empreiteiro tentou cooptá-los. A PF suspeita que os donos da Planam estavam fazendo jogo duplo. De um lado, negociavam com o PT um punhado de fotos e um vídeo vazio, que afirmavam comprometer o ex-ministro José Serra. De outro, conversavam com Abel, que tinha pleno interesse em manter os Vedoin calados diante dos tucanos. Na quarta-feira 27, até o presidente Lula se manifestou: “A essência é que o Barjas Negri está envolvido nisso. Quando falam o nome dele, não falam Barjas do PSDB. Quando tem alguém do PT, é do PT.”

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É como diz o Lula: o Barjas está envolvido, mas ninguém diz "o Barjas do PSDB", mas se fosse alguém do PT, aí sim, "fulano de tal, do PT", mesmo que seja alguém que alguma vez na vida passou na frente de algum diretório do partido.

Do Observatório da Imprensa



CPI dos Sanguessugas

Sanguessuga ao molho pardo

CADEIA NELES
Sanguessuga ao molho pardo


Por Fábio Carvalho

"Bom apetite, Carumbé." Foi de um jornalismo profético o encerramento do programa Cadeia Neles (TV Gazeta/Record) daquele inesquecível dia qualquer, há menos de 10 anos. Carumbé é o presídio de Cuiabá. A refeição distribuída pelo então apresentador, Lino Rossi, foi devorada rapidamente. Um acusado de estupro seguido de morte, alcunhado como Índio, foi esfolado vivo. Sim, o criminoso teve toda a pele do corpo arrancada dentro da cela, pois a triagem de detentos jamais poderia imaginar que Índio correria risco de vida naquele dia. Índio foi amontoado numa cela qualquer e, oh, morreu.

De lá para cá, algumas coisas não mudaram. Índio continua morto da silva, é claro. A ferida dos pais daquela menina estuprada e morta, provavelmente, ainda não cicatrizou. O Cadeia Neles segue líder de audiência no horário do almoço (!!!). Desde 1993, Lino Rossi, o primeiro e mais célebre apresentador, comenta matérias policiais sobre uma maioria de suspeitos (muitos inocentes) no irresponsável Cadeia Neles – que, não raras vezes, também faz assistencialismo barato. Esse deve ser o lado "responsabilidade social" de uma emissora de TV, decerto.

Mas Lino Rossi mudou. Fez carreira com seu carisma, popularidade e outros talentos. Ele se elegeu vereador em Cuiabá, em 1996, pelo PDT. Foi o segundo deputado federal mais votado em 1998, já pelo PSDB. Deixou a TV, foi para Brasília. Em 2000, tentou a prefeitura de Vázea Grande (cidade conurbada a Cuiabá). Nesse período, voltou a usar, descaradamente, o espaço do Cadeia Neles para a campanha eleitoral, mas perdeu aquela disputa. Em 2002, seu substituto oficial, Clóvis Roberto, elegeu-se deputado estadual, também pelo PSDB.

Abre parêntese. A cuiabana concorrência mondo cane não fica muito atrás no quesito eleitoral. O apresentador de TV Walter Rabelo elegeu-se vereador em Cuiabá pelo PMDB, 2004. Era o titular do Baixada 40 Graus, rebatizado como Olho Vivo (TV Cidade Verde/SBT). Ele disputa hoje uma vaga à Assembléia Legislativa, sob críticas à Justiça que o tirou da frente das câmeras nesse período eleitoral. Na linha assistencialismo e mentira deslavada, Sérgio Ricardo (PPS), Repórter do Povo (TV Rondon/RedeTV), elegeu-se vereador em 2000 e deputado estadual em 2002. É candidato à reeleição. Clóvis Roberto não é candidato e continua à frente do Cadeia Neles. Fecha parêntese.

Gabinete 808 do Anexo 4

Lino Rossi não teve sorte ao tentar se reeleger em 2002. Ficou na suplência. Conforme consta nos anais do Senado da República, ele ficou deprimido e foi ao gabinete do evangélico Magno Malta (PL-ES), onde ambos fizeram uma oração. Daí, o senador intercedeu junto à igualmente evangélica TV Record, em São Paulo. O bispo em pessoa ficou muito bem impressionado ao ver a intimidade de Lino Rossi com o ponto eletrônico. Foi uma festa no estúdio. Lino Rossi estava à frente do Cidade Alerta. Cadeia nacional neles!

Mas, em 2004, o deputado federal Wilson Santos (PSDB) elegeu-se prefeito de Cuiabá, de sorte que o suplente Lino Rossi assumiu a vaga. Nada de oposição, coisa que ele nunca fez. Filiou-se ao PSB. Cansou. Foi para o PMDB, onde cravou o recorde de permanecer apenas 24 horas filiado ao partido. No dia seguinte, migrou para o PP, também da base aliada de Lula.

Ele disputa, em outubro próximo, a reeleição a deputado federal pela coligação Mato Grosso Justo e Unido. Estava licenciado. A grande imprensa, que anda com um apetite danado por sanguessugas, nem se deu conta de que Lino Rossi reassumiu o mandato na quinta-feira (3/8). Está no gabinete 808 do Anexo 4.

Segurança e esfolamento

Lino Rossi e outros seis parlamentares federais de Mato Grosso estão envolvidos na máfia das sanguessugas. Além dos depoimentos da famiglia Vedoin vazados à imprensa e conversas telefônicas interceptadas (cujo segredo também se foi pelos ares), documentos "sigilosos" dão conta de ligações perigosíssimas. Nesse caso, quebra de sigilo é transparência para a imprensa. Lino Rossi passou por uma redução de estômago à Roberto Jefferson, mas não é tão magrinho quanto Francenildo. Vai ver que é isso.

Nesses tempos de rebeliões do PCC, um comentarista habitué do OI sempre se insurge contra o que ele denominou "imprensa da ala Irmã Dulce" quando jornalistas mencionam direitos humanos. Não sei por que esse comentarista escolheu a Irmã Dulce, que morreu de morte morrida, e não a Irmã Dorothy, que morreu de morte matada. Índio, o esfolado, era um criminoso que nem o carí$$imo criminalista Márcio Thomaz Bastos encontraria facilidade em defender, não há dúvida.

Lino Rossi e seu "bom apetite, Carumbé", decerto, representam a outra ala da imprensa. Ele, aliás, tornou-se popular pregando o esfolamento, a incitação ao crime (contra o estuprador - matador pode). Em suas plataformas de campanha eleitoral, segurança era sempre um ponto de destaque, uma espécie de Jair Bolsonaro do Cerrado. Como deputado federal, ele freqüenta diversas comissões que discutem violência e segurança pública para o Brasil. Aliás, todos nós custeamos suas despesas para participar da Conferência Mundial contra o Crime Organizado em Roma, Itália, 2002, em missão oficial, segundo consta no site da Câmara. Vai saber o que ele aprendeu lá...

Deu na Folha, já faz tempo...



Senador do PSDB negociou emenda para ambulância

Folha de São Paulo -
03/09/2006 - 09h58


LEONARDO SOUZA

da Folha de S.Paulo, em Brasília


O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) tratou diretamente com o Ministério da Saúde, na gestão do também tucano José Serra, a liberação de emenda para a compra de ambulância em licitação depois vencida pelo grupo Planam, da quadrilha dos sanguessugas.

Pelo menos dois municípios indicados por Antero em emendas da bancada de Mato Grosso no Congresso foram contemplados com ambulâncias vendidas por empresas do grupo Planam. Os documentos complicam a defesa do senador na CPI dos Sanguessugas, incluído na lista dos investigados após o empresário Luiz Antonio Vedoin, da Planam, acusá-lo de participar do esquema.

Em 2000, a bancada de Mato Grosso incluiu no Orçamento da União emenda coletiva dos parlamentares do Estado, no valor de R$ 3 milhões, para a compra de ambulâncias. Na ocasião, o coordenador da bancada do Estado era o deputado Pedro Henry (PP), apontado por Vedoin como um dos colaboradores da quadrilha.

Naquele ano, Henry enviou para o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Barjas Negri, braço direito de Serra, ofício com a indicação feita por cada um dos parlamentares da bancada sobre os municípios que deveriam ser atendidos pela emenda. Antero escolheu três municípios, com R$ 80 mil para cada um. A cidade de Dom Aquino foi uma das agraciadas. A licitação foi vencida pela Santa Maria (empresa de fachada da quadrilha), com a venda do veículo tendo sido fechada em 19 de abril de 2001, ao preço de R$ 79.950.

Um mês antes, Antero e outros dez parlamentares de Mato Grosso haviam escolhido Lino Rossi (PP) como novo encarregado de indicar os municípios a serem contemplados por uma segunda emenda da bancada, inicialmente de R$ 5,6 milhões (o valor sofreu cortes depois). A decisão foi comunicada ao então ministro José Serra em ofício enviado em 9 daquele mês. Além de Antero, cinco signatários da carta foram denunciados ou investigados pela CPI: Celcita Pinheiro (PFL), Pedro Henry, Ricarte Freitas (PTB), Wellington Fagundes (PL) e Teté Bezerra (PMDB), além de Lino Rossi.

Em entrevista à "Veja" no mês passado, Vedoin disse: "O acordo era para a totalidade das emendas da bancada, que somavam R$ 3,8 milhões. Antero apresentou R$ 400 mil, e tínhamos de dar R$ 40 mil de comissão. Ele pediu para passarmos o dinheiro diretamente para o [deputado] Lino Rossi [PP-MT], que, naquele tempo, era do mesmo partido que ele [PSDB]. Todos ali tinham consciência do que estava fazendo".

No dia 25 de maio, Rossi encaminhou para Barjas Negri um ofício com as indicações dos municípios escolhidos pelos parlamentares, também com a destinação de R$ 80 mil para cada cidade. Antero selecionou quatro. Entre as quais, Nossa Senhora do Livramento.

Dois meses depois, em 25 de julho, Antero enviou ofício ao secretário-executivo da Saúde reforçando o pedido de liberação do dinheiro a Nossa Senhora do Livramento: "Esclareço, ainda, que o município faz parte da minha relação de beneficiários dessa emenda, sendo R$ 80.000,00 a quantia indicada".

Assim como no caso de Dom Aquino, a Santa Maria venceu a concorrência em Nossa Senhora do Livramento, com a venda concretizada em 15/8/2002.

À CPI, Antero negou envolvimento com a quadrilha. Afirmou que, em novembro de 2001, mandou suspender todas as indicações para a compra de ambulâncias, apesar de não ter documento oficial que prove sua versão.

Disse que o dinheiro liberado para Nossa Senhora do Livramento não seria de sua responsabilidade. A justificativa não cabe, no entanto, para o caso de Dom Aquino, pois a venda da ambulância para o município, em abril de 2001, ocorreu antes da alegada decisão de suspender as verbas.

Outro lado

Por meio de sua assessoria, o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) voltou a negar qualquer envolvimento com a quadrilha dos sanguessugas.

A defesa do senador, encaminhada para a CPI dos Sanguessugas duas semanas atrás, se baseia em ofício do deputado Ricarte de Freitas (PTB-MT) de 29 de novembro de 2001.

Na ocasião, Ricarte era o coordenador da bancada de Mato Grosso. O deputado pedia aos parlamentares do Estado que enviassem, por e-mail ou disquete, relatório no qual cada um deveria selecionar as emendas que considerava prioritárias, devido a um corte no Orçamento da União.

Ricarte pedia que os relatórios fossem enviados até o dia seguinte.
A assessoria do senador encaminhou à reportagem quatro quadros com as indicações feitas por Antero para a liberação de recursos às cidades por ele escolhidas a partir das emendas da bancada do Estado, que teriam sido enviados para Ricarte por e-mail.

Num dos documentos, o senador ordena que sejam canceladas as indicações para compra de ambulância com base na emenda incluída pela bancada, para esse fim (de valor inicial de R$ 5,6 milhões), no Orçamento de 2001.

A assessoria de Antero informou que pode provar que a última modificação feita no arquivo sobre o cancelamento das emendas é de novembro de 2001.

Ao ser questionada sobre a destinação de recursos ao município de Dom Aquino, a partir de indicação feita por Antero em emenda de bancada de 2000, a assessoria disse não ter dados sobre o caso.

Contatada pela reportagem na sexta à noite, a assessoria do senador se prontificou a dar explicações na segunda. Na concorrência realizada pelo município de Dom Aquino, a vencedora foi a Santa Maria, empresa de fachada do grupo Planam. A ambulância foi entregue em abril de 2001, sete meses antes da solicitação de Ricarte de Freitas.

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Faz tempo que todo mundo sabe disso! E o Antero continua batendo no peito e dizendo ser o mais honesto dos homens.

Minha prima adorava esse senador, hoje nem pode ouvir o nome dele sem começar uma sessão de xingamentos que deixam sempre os peessedebistas da família corados.

Por falar nisso, o Antero Pés de Barro e o Álvaro Dias foram deixados de lado na campanha presidencial, será que alguma pesquisa alertou o PSDB sobre o mal que faziam?

Agora deu no site da Globo!


21/10/2006 - 11h54m - Atualizado em 21/10/2006 - 12h41m

DARCI VEDOIN CONFIRMA QUE ABEL RECEBIA PROPINA DE SANGUESSUGAS

Do G1, em São Paulo (link)


O empresário Darci José Vedoin confirmou na sexta-feira (20) à Justiça Federal de Cuiabá (MT) que Abel Pereira, amigo do ex-ministro da Saúde Barjas Negri (governo Fernando Henrique Cardoso), era o articulador da liberação de recursos de emendas parlamentares no Ministério da Saúde para a compra de ambulâncias superfaturadas, segundo o procurador da República Mário Lúcio Avelar.

Para facilitar a liberação de recursos, Abel Pereira recebia o equivalente a 6,5% do valor de cada uma das ambulâncias vendidas a cerca de 500 prefeituras entre 2001 e 2002. Naquele período, Barjas exerceu primeiramente o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde. Na seqüência, assumiu o posto de ministro, no lugar de José Serra, governador eleito de São Paulo.

Darci é sócio-proprietário da Planam, empresa que comandava a máfia dos sanguessugas (venda superfaturada de ambulâncias). O esquema envolvia pelo menos 72 parlamentares, entre deputados e senadores, que apresentavam emendas para a área da saúde para propiciar a liberação de recursos para prefeituras.

Ontem, a Justiça Federal de Cuiabá ouviu também os empresários Luiz Antonio Vedoin, chefe da máfia dos sanguessugas e filho de Darci, e Ronildo Medeiros. Na quarta-feira (18), o próprio Medeiros já havia afirmado à Justiça mato-grossense que depositava o dinheiro de propina em contas de Abel Pereira.

Medeiros é proprietário de duas empresas, a Frontal e a Medical Equipamentos Hospitalares. Investigação da Procuradoria da República e da Polícia Federal revela que essas empresas teriam sido constituídas para forjar resultados de licitações. O esquema liderado pela Planam desviou mais de R$ 100 milhões.

Na segunda-feira (23), Abel Pereira será ouvido pela Polícia Federal no inquérito que investiga o dossiê contra tucanos, pelo qual pessoas ligadas ao PT iriam pagar R$ 1,75 milhão. Também na segunda, o juiz Jeferson Schneider, da 2ª Vara Federal do Moto Grosso, deve dar um parecer sobre o pedido do PT para eliminar o segredo de Justiça do processo.

Abel Pereira
Na quarta-feira, o advogado de Abel Pereira, Eduardo Silveira Mello Rodrigues, disse que seu cliente jamais recebeu dinheiro de propina da máfia dos sanguessugas. "Não existe qualquer depósito dos Vedoin para Abel, quer direta quer indiretamente."

Rodrigues destacou que o próprio Abel, preocupado com o envolvimento do seu nome no caso e com uma eventual cilada de inimigos, antecipou-se e fez uma varredura em todas as suas contas bancárias em busca de eventual depósito de origem desconhecida. "Não existe nenhum depósito em contas de Abel ou de parentes ou de amigos que o cercam."

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,AA1319501-5601,00.html

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Será que agora é oficial? Se a Globo publicou deve ser!

Já está há um mês no Estadão


20 de setembro de 2006 - 12:20

Vídeos de Serra com ambulâncias da Planam estão no YouTube


Portal de compartilhamento de vídeos traz diversos arquivos que mostram Serra, quando ministro, entregando ambulâncias do esquema dos Sanguessugas

Alexandre Barbosa

SÃO PAULO - A internet está sendo usada para sugerir ligação, ou pelo menos conhecimento do candidato José Serra sobre o esquema montado pela empresa Planam para a venda superfaturada de ambulâncias, o chamado esquema dos Sanguessugas.

São diversos vídeos, que estão hospedados no portal de compartilhamento de arquivos YouTube, e que mostram Serra, então ministro da Saúde, participando de entregas de ambulâncias fornecidas pela Planam.

O candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PSDB faz discursos e participa de cerimônias junto com deputados. São fragmentos e seqüências inteiras de discursos, além de vídeos mais elaborados que reúnem dados públicos e declarações de membros da cúpula do partido sobre o episódio.

E a partir de um único documento, é possível chegar a diversos outros vídeos relacionados graças às ´tags´, marcações que os usuários do YouTube podem fazer para que o site mostre outros documentos relacionados com o tema do clipe que está sendo exibido.

Vídeo 1 (link)

ou copie e cole

http://www.youtube.com/watch?v=H7gUqrTfP3A

Vídeo 2 (link)

ou copie e cole

http://www.youtube.com/watch?v=VW-Uhi06Uw8&mode=related&search=